sexta-feira, 15 de maio de 2009
O “MONSANTO” UM SALVADEGO QUE FOI DE MUITA UTILIDADE
quarta-feira, 13 de maio de 2009
IMAGENS DE ANTIGAS LANCHAS SALVA-VIDAS AUTO PROPULSORAS, QUE PRESTARAM SERVIÇO EM ESTAÇÕES DE SOCORROS A NAUFRAGOS NO NORTE DE PORTUGAL
Fotos gentilmente cedidas pela Direcção do ISN - Instituto de Socorros a Náufragos, Paço de Arcos, a quem cumprimento e apresento os meus sinceros agradecimentos.
Rui Amaro
sábado, 2 de maio de 2009
HOXE IMAXES NO MARIN, VIGO, CERVEIRA E VIANA DO CASTELO - TALL SHIPS ATLANTIC CHALLENGE 2009
O lugre-motor SANTA MARIA MANUELA em acabamentos nas instalações da Factoria Naval de Marin. Imagem obtida através da vedação de grades.
Iate de recreio espanhol não identificado velejando na vasta ria de Vigo.
http://www.tallshipsraces.com/atlanticchallenge/vesseldata.html
Imagens do navio-escola russo KRUZENSHTERN no porto de Vigo, a fim de tomar parte na regata "Tall Ships Atlantic Challenge 2009"
Os navios-escolas franceses BELLE POULE e ÉTOILE; inglês SPIRIT OF BERMUDA e um espanhol não identificado no porto de Vigo, a fim de tomarem parte na "Tall Ships Atlantic Challenge 2009".
O transbordador local espanhol ARROIOS no porto de VIgo.
Vista do porto de pesca e serviços de Vigo.
Navio balizador espanhol RIAS BAJAS do porto de Vigo.
A lancha de fiscalização fluvial portuguesa NRP RIO MINHO (P370) junto da sua base de Vila Nova de Cerveira, Rio Minho.
O tão badalado e interessante transbordador português ATLANTIDA acostado ao cais de amarração do ENVC, Viana do Castelo, a aguardar a sua sorte.
Rui Amaro
quinta-feira, 30 de abril de 2009
EMBARCAÇÃO DE PESCA CONSTRUIDA NA HOLANDA COM EXCESSIVOS ERROS TÉCNICOS CORRIGIDOS COM ENORME SUCESSO EM PORTUGAL
domingo, 26 de abril de 2009
A ENTREGA ATRIBULADA DO NAVIO “PATCHY”
O "PATCHY" durante a construção /foto de autor desconhecido/.
Como experimentado construtor naval a nivel internacional, recebi em tempos, a encomenda para a construção de uma embarcação de tráfego local, destinada ao transporte de passageiros e veículos, o qual recebeu o nome caricato de “PATCHY”.
Apresentado o projecto e assinado o respectivo caderno de encargos, iniciou-se passados alguns dias a sua construção com o assentamento da respectiva quilha em doca seca, na presença de várias autoridades e individualidades convidadas, trabalhadores do estaleiro, populares e como não podia deixar de ser do armador e de mim próprio como gestor do estaleiro, tendo sido lançado foguetório e servido um beberete acompanhado da alocução dos usuais discursos.
Os trabalhos foram correndo normalmente com a presença do inspector do armador e da entidade classificadora, até que começaram a surgir os pedidos de alterações ao projecto inicial, hoje este, amanhã aquele e depois um outro e assim por diante, apesar do armador ter sido avisado das consequências, e como o cliente assim optava, a coisa foi correndo sem percalços de maior.
Quando a embarcação ficou pronta e realizou provas de mar, a autoridade inspectora, vistoriou a embarcação e detectou pequenas anomalias, próprias de tanta alteração ao projecto inicial, nomeadamente a velocidade que ficara um pouco reduzida, pudera, ou seja devido aos ditos “remendos”, como certa comunicação social, sem conhecimento de causa, “amanda” cá para fora palavrões desnecessários, quase que a deixar o meu internacionalmente prestigiado estaleiro de rastos, apesar do enormíssimo numero de unidades de todos os tipos, já construídas ,convertidas ou reparadas desde há bastantes anos, sem qualquer recusa de entrega por parte dos respectivos armadores nacionais e estrangeiros, os quais têm elogiado os trabalhos do meu estaleiro.
Acontece que o armador decidiu rescindir o contrato da construção do “PATCHY”, nomeadamente devido a não atingir a velocidade contratada, e sendo assim aquela interessante e eficiente unidade mercante já está a ser colocada no mercado internacional para venda, e felizmente já há potenciais interessados no navio. Ainda bem!
OBS. Não! Não! O caso acima relatado não tem nada a ver com aquele outro, que infelizmente tem sido deveras badalado por certa comunicação social, de modo tão deprimente para a industria de consrtrução naval nacional, e sobretudo para o estaleiro envolvido. Este é o “PATCHY”, cujo nome significa “remendado”.
Rui Amaro










