domingo, 10 de abril de 2011
RECORDANDO A VISITA AO PORTO DE LEIXÕES DA FRAGATA "HNLMS VAN ZIJLL (F811)" DA MARINHA REAL HOLANDESA
domingo, 27 de março de 2011
A NAVEGABILIDADE NO PORTO COMERCIAL DO DOURO EM TEMPOS IDOS JAMAIS PARALIZOU POR FALTA DE BÓIAS DE SINALIZAÇÃO
Seguem rio abaixo, orientando-se pelos barulhos de terra, já de há muito conhecidos. Ruídos da intensa faina fluvial, da Alfandega, dos carros eléctricos, da Central da Carris, da Fundição de Massarelos, das várias oficinas metalúrgicas, dos estaleiros navais, até que a lancha buzina, assinalando que tem a bóia do Ouro pela proa, e pouco depois a da Ínsua, seguindo-se-lhe a da Cantareira, e passa diante do cais do Marégrafo (Pilotos) e do dique da Meia Laranja sem conseguir descortinar terra, contudo vale-se do toque do sino do farolim da barra, situado no molhe de Felgueiras, que lhe vai servindo de orientação para passar safo da bóia da barra, e entretanto, o comandante é informado via rádio, que o NRP ESPADARTE e o NRP GOLFINHO por receio dos respectivos comandantes fundearam. O primeiro junto da Afurada, e o segundo no lugar do Ouro, contra vontade dos seus pilotos, respectivamente Joaquim Alves Matias e Bento da Costa. O NRP DELFIM já fora da barra, desembarca o piloto. Note-se que naquele tempo, aqueles submarinos não estavam providos de radar, também pouco ou nada ajudaria.
Durante este período conturbado da História Mundial garantiram também o treino e a experimentação de novas tácticas anti-submarinas às nossas unidades de superfície. Não será demais afirmar que a esquadrilha de submarinos, embora fazendo parte de uma Nação não beligerante se mantinha pronta para combate.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Em Latim | Em Francês | Em Espanhol | Em Inglês | Até em Alemão, reparem: | Velho Português (o que desleixámos) | O novo Português (o importado do Brasil) |
Actor | Acteur | Actor | Actor | Akteur | Actor | Ator |
Factor | Facteur | Factor | Factor | Faktor | Factor | Fator |
Tact | Tacto | Tact | Takt | Tacto | Tato | |
Reactor | Réacteur | Reactor | Reactor | Reaktor | Reactor | Reator |
Sector | Secteur | Sector | Sector | Sektor | Sector | Setor |
Protector | Protecteur | Protector | Protector | Protektor | Protector | Protetor |
Selection | Seléction | Seleccion | Selection | Selecção | Seleção | |
Exacte | Exacta | Exact | Exacto | Exato | ||
Except | Excepto | Exceto | ||||
Baptismus | Baptême | Baptism | Baptismo | Batismo | ||
Exception | Excepción | Exception | Excepção | Exceção | ||
Optimum | Óptimo | Ótimo | ||||
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
O LUXUOSO IATE DE RECREIO INGLÊS "VIRGINIA" ESTEVE NO RIO DOURO EM 1956

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
RECORDANDO A ESCALA DO N/M HOLANDÊS "SPURT" NO PORTO DE AVEIRO EM 1953
O SPURT na ria de Aveiro em 20/12/1953, distinguindo-se na adriça de bombordo a bandeira do armador da "Portugal Lijn", a companhia Van Nievelt, Goudriaan & Co's, a par do pavilhão nacional de Porugal, içado a estibordo /foto de autor desconhecido - Porto de Aveiro /.A 20/12/1953 demandou a barra de Aveiro, agenciado pela Garland, Laidley, da praça do Porto, o navio-motor Holandês SPURT, 47m/399tb/559dwt, do armador Fiege & Hoff, de Roterdão, gerido por Scheepvaartbedrijf Gruno, de Amsterdão, e ao serviço do grupo CPL (Cornelder Lijn, Portugal Lijn e Lusitania Lijn). O carregamento de cerca de 600 toneladas de cubos de granito destinados ao mercado Belga, foi a razão daquele navio escalar o porto de Aveiro, o que foi notícia da imprensa diária, por ser uma raridade a visita de uma embarcação comercial àquele porto da laguna Aveirense, e após o inicio das obras de melhoramentos da sua barra. O Spurt foi atendido pelo caixeiro de mar Domingos Rodrigues Brandão.
Deve-se acrescentar que à altura daquele interessante evento, para o porto de Aveiro, o SPURT (1) encontrava-se fretado em regime "bareboat charter" ao importante armador Van Nievelt, Goudriaan & Co's, de Roterdão, que com a sua "Portugal Lijn" servia os portos de Lisboa, Douro e Leixões, com duas saídas semanais para Vigo, Anvers e Roterdão. Em 1965 o SPURT (1) foi substituído por uma nova tonelagem e mais oferta de espaço de carga, o SPURT (2), ex ARAK, de 1946/53,64m/499tb/680dwt/9,5nós/2 mastros.
A Garland, Laidley, além do SPURT, já levou alguns navios ao porto de Aveiro, entre os quais, PAULA BUSCHER, Alemão, atendido por Manuel Spratley da Silva e Rui Amaro; BRANDARIS, Holandês, por Joaquim Augusto Rodrigues Azeredo; NIEUWLAND, Holandês, por Fernando Marques dos Santos; ADELHEID SIBUM, Alemão, por Luis Pimenta Povoas, que também atendeu o RENAISSANCE ONE, que foi o primeiro ou talvez o único navio de cruzeiro a visitar aquele porto, o qual pertencia à Renaissance Cruises. Outros navios estiveram à barra, contudo devido à agitação marítima se deteriorar, prosseguiram viagem para o porto do Douro ou Leixões.
O porto de Aveiro, com a sua imensa e bela ria, que hoje em dia está capacitado a receber navios para cima dos 150m cff e tem tido um movimento marítimo comercial crescente, já rivalizando com o porto de Leixões e outros portos nacionais e mesmo a nível peninsular. Naqueles tempos, como já tenho frisado, era um porto de armamento de navios de pesca, nomeadamente bacalhoeiros e a sua barra era muito problemática. Note-se, que os próprios navios bacalhoeiros, que calavam bastante, chegando alguns aos 19 pés, em muitas campanhas estavam à barra e por esta não ter água suficiente ou existência de ondulação perigosa na barra valiam-se do rio Douro e da bacia do porto de Leixões, de forma a aliviarem a sua carga para reduzirem o seu calado de água, a fim de poderem demandar em segurança o ancoradouro do lugar da Gafanha da Nazaré, numa próxima maré grande. A sua carga era transportada para Aveiro em batelões de pouco calado.
Muitos daqueles navios já vinham de rumo ao rio Douro, onde ficavam a hibernar. Tais contingências, não eram só do porto de Aveiro mas também dos portos de Viana do Castelo e Figueira da Foz. Houve anos de barra assoreada, que até as traineiras da sardinha, encalhavam e o lugre-motor bacalhoeiro de quatro mastros Primeiro Navegante encalhou e perdeu-se na barra em 10/1946 e outros ficavam encalhados em bancos de areia da ria, até alcançarem os seus ancoradouros da Gafanha da Nazaré.
Fontes: Imprensa diária; Groninger Kustvaart.
Rui Amaro
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