sábado, 6 de agosto de 2011

THE US FLAG RIVER FERRY (RO-RO) "POCAHONTAS"

 
The US flag ferry (ro-ro) POCAHONTAS, Imo 9102033/ 80,25m/ 1.197gt/ 500 pax/ 70 vehicle ferry, was delivered to the Virginia Department of Transportation by Moss Point Marine, Inc., of the Trinity Marine Group, Escatawpa, Va., on the 15/'1/1995 She is now operating between Jamestown and Scotland, Va.
She is powered by 2xGeneral Motors EMD 12- 6 4 5 E6 diesel engines developing 1.300 hp each at 800 rpm. They drive Voith Schneider propulsion and steering units mounted below the bow and stern. John Dane III, president of the Trinity M a r i n e Group, said the system is in use on approximately 300 ferries worldwide and that Trinity shipyards have built more vessels with Voith Schneider cycloidal propulsion units than any other U.S. shipbuilder.
He added that Trinity holds an option with the state of Virginia for an additional ferry. Electrical power for the Pocahontas is provided by three L i m a / M a r a t h o n 7AK-150 generators driven by three Detroit Diesel V 7 1 - N diesel engines. She is equipped with two Raytheon radars and four I C OM radios, and has a capacity for 20.000 gallons of fuel and 4.500 gallons of potable water. Pocahontas is ABS classed A l Ferry Service and certified by the US Coast Guard.
Source: Virginia press
Image: calendar
Rui Amaro

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

REBOCADOR PORTUÁRIO "MONTE GRANDE" EX "ST-149"

 O MONTE GRANDE a demandar o porto de Leixões em 06/06/1960 / Rui Amaro /.

O MONTE GRANDE, com as cores da Sociedade Bolinhas, na doca da Rocha, Lisboa, finais da década de 80 / colecção Nuno Bartolomeu, de Almada /.

O MONTE GRANDE no meio do SOURE e do navio de pesca Angolano COFRAN, ex Espanhol, à espera do maçarico, em Amora, finaus da década de 90. / colecção de Nuno Bartolomeu, de Almada /.

Rebocador portuário MONTE GRANDE, 22,69m/ 103,41tb/ 9nós; 10/1943 entregue pelo estaleiro Hickinbotham Bros, Stockton, Califórnia, como ST-149 para o US Army (Exército dos EUA), pertencendo ao tipo 257/A, juntamente com mais cinco do mesmo tipo, ST145-146-147-148-150, dos quais possivelmente dois deles viriam a ser o MONTALTO, da APDL, Porto, e o RIO VEZ, da JAPN, Viana do Castelo; 1953 MONTE GRANDE, APDL- Administração dos Portos do Douro e Leixões, do Porto; 1953 recebeu fabricos de reconversão nos Estaleiros Navais de São Jacinto, de Aveiro, juntamente com o MONTALTO e RIO VEZ, que lhe deram um aspecto mais Europeu; 197_ após a vinda dos novos rebocadores da série MONTE DA LUZ foi transferido para serviço de assistência à navegação do porto comercial do Douro, contudo devido à substancial diminuição de navegação no rio Douro foi imobilizado, tendo sido posto à venda; 197_ MONTE GRANDE, Sociedade. Navegadora de Bolinhas & Bolinhas., Lda, Lisboa, tendo-lhe sido retirado o segundo mastro; 199_ foi abatido para desmantelamento em sucata e varado em Amora, estuário do Tejo.
Fontes: Hickinbotham Bros, Stockton; APDL; Nuno Bartolomeu.
Rui Amaro

ATENÇÃO: Se houver alguém que se ache com direitos sobre as imagens postadas neste blogue, deve-o comunicar de imediato. a fim da(s) mesma(s) ser(em) retirada(s), o que será uma pena, contudo rogo a sua compreensão e autorização para a continuação da(s) mesma(s)neste Blogue, o que muito se agradece.
ATTENTION. If there is anyone who thinks they have “copyrights” of any images/photos posted on this blog, should contact me immediately, in order I remove them, but will be sadness. However I appeal for your comprehension and authorizing the continuation of the same on this Blog, which will be very much appreciated.

terça-feira, 26 de julho de 2011

REBOCADOR "AVESTRUZ" NO LUGAR DO CAIS DA RIBEIRA (PORTO)

 O rebocador AVESTRUZ amarrado no lugar do cais da Ribeira (Porto) / cartão postal da cidade /.

O cartão postal acima mostra um pormenor do porto comercial do Douro no lugar do cais da Ribeira, margem direita, aspecto obtido na década de 20 do século XX, com a presença de alguns navios de comércio, além de rebocadores e embarcações das fainas fluviais.
Em primeiro lugar surge-nos o rebocador AVESTRUZ, da Companhia de Pesca e Navegação, do Porto, ladeado por barcaças do carvão, e um pouco mais recuado vê-se uma laita e, dificilmente visível, outro rebocador que segundo dizem era o DOURO PRIMEIRO, da Companhia Nacional de Navegação, que naquela época tinha bastante serviço no Douro, além do movimento substancial de rebocagem de laitas de carga entre o Douro e Leixões e assistência às manobras dos navios, nomeadamente daqueles pertencentes ao seu armador, o qual chegou a ter um dos seus rebocadores registados na capitania do porto do Porto, que possivelmente terá sido o TEJO. O DOURO PRIMEIRO aqui no Norte era mais identificado como DOURO DE LISBOA.

O DOURO PRIMEIRO conduzindo uma típica fragata do Tejo, década de 50. Ao longe distingue-se o rebocador GUADIANA da SH / cortesia de Nuno Bartolomeu /.

À esquerda na fotografia distingue-se o que parece ser parte do vapor IBO, também da Companhia Nacional de Navegação, que mantinha serviço regular de cabotagem entre Lisboa e Douro/Leixões.
Mais próximo do cais encontra-se outro vapor de casco claro, de nacionalidade Norueguesa e pertencente ao armador A/S Thor Thoresen, de Oslo, que mantinha ligação regular com a Noruega, e que se manteve depois da sua integração do serviço na armadora Fred, Olsen & Co., de Oslo, e é possível que esse vapor seja, pelo tamanho do nome, o SALAMANCA.
O rebocador AVESTRUZ foi construído em 1919 num dos estaleiros do rio Ave, e em 1927 foi vendido e regressou a Vila do Conde, embora continuasse a operar também no Douro/Leixões. 
Fonte: Francisco S. Cabral, Porto
Rui Amaro

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

REBOCADOR MISTÉRIO


Alguém poderá dar um nome a este rebocador mistério presente numa prova de remo de guigas, cuja imagem julgo seja do período dos  anos 20/30 do século XX, de autor desconhecido, mostra-o no rio Douro diante da praia fluvial do Areínho, Oliveira do Douro, Vila Nova de Gaia, que não é visível na imagem. Ao fundo vislumbra-se o lugar do Freixo, Campanhã, cidade do Porto?
Obrigado
Rui Amaro

PS – Pelo meu conhecimento da rebocagem fluvial do rio Douro daquela época, apenas houveram três rebocadores deste tipo e talvez um deles seja o da imagem, e que eram os de menor porte, os quais ostentavam os nomes de AVESTRUZ, MARIAZINHA e CRESTUMA
Além da assistência nas manobras de navios surtos no porto comercial do Douro, realizavam reboques de barcaças e fragatas, e também eram empregues em excursões rio acima,  pelo menos até Crestuma/Lever, levando duas barcaças de braço dado, adaptadas com toldos para protecção solar.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O "SEA ELBE" INAUGUROU A 15/02/1992 A ENTÃO NOVA VIA AQUÁTICA COMERCIAL DO RIO DOURO

O SEA ELBE aguardando no porto de Leixões  melhoria de condições de mar para acesso ao rio Douro a 14/02/1992

Navio-motor SEA ELBE (1), tipo box shape/ Imo 7015125/ 82,5m/ 1,812tb; 06/12/1979 lançado à água como CHRISTA SCHUTT, contudo entregue pelo estaleiro Schiffswerf Hugo Peters, Wewelsfleth, como SEA ELBE a Bauer & Hauschildt KG. Kustensschiffahrt, Hamburg; 1994 MARNE; 1995 FALKO; 2001 DREDGER; 2004 DEFENDER, Reederei Erwin Strahlmann, St.Vincent e Grenadines; 06/06/2011 continuava em operações comerciais.


O SEA ELBE passa sob a ponte D. Luis I, diante das cidades do Porto e Gaia,  de rumo ao cais comercial de Sardoura, Castelo de Paiva, em 15/02/1992

A 15/02/1992 o navio-motor Alemão SEA ELBE, agenciado pela firma Burmester & Stuve, Lda., grande dinamizadora da navegação flúvio-túristica e comercial do Douro, subiu o rio com a mastreação e a ponte de comando rebaixadas, para passagem sob as pontes à cota baixa, cruzou a eclusa de Crestuma/Lever, indo atracar ao cais flúvio-maritimo comercial de Sardoura, Castelo de Paiva, em pouco mais de duas horas, com grande pompa, onde foi carregar cerca de 1.500 toneladas de granitos extraídos das pedreiras de Alpendurada, Marco de Canavezes, destinadas a um porto flúvio-maritimo da Alemanha, tendo sido o primeiro navio mercante a subir a nova via aquática comercial, que passou a ser desde então, o rio Douro.

O SEA ELBE manobrando para acostar ao cais comercial de Sardoura, Castelo de Paiva, em 15/02/1992

O SEA ELBE, que arribara de véspera a Leixões, devido à barra nesse dia não oferecer as condições ideais de acesso ao rio pelo motivo de alguma ondulação, que se fazia sentir, foi conduzido pelo piloto da barra Abílio Faria até às imediações da Ponte D.Luis I, tendo a partir daí a sua condução sido da responsabilidade do prático fluvial Calisto, mestre da lancha flúvio-túristica RIBADOURO, da Endouro, coadjuvado pelo patrão de costa da capitania do Douro Fernando Costa. Passados dois dias aquele navio abandonou o rio Douro, rumando ao porto de Roterdão e muitos mais se lhe seguiram utilizando o cais fluvial de Sardoura com certa regularidade, salvo algumas ocasiões, que o não puderam fazer devido à situação de cheia, assoreamento ou alguma agitação marítima na barra, tendo, então, sido desviados para Aveiro ou Leixões com as graves consequências e prejuízos daí advindos. Note-se, que a tonelagem transportada por um navio flúvio-marítimo “box shape” equivaleria a um enormíssimo número de camiões, que além de congestionar o trânsito rodoviário para os portos marítimos, tornar-se-ia mais oneroso e poluente.
Imagens: Imprensa diária e regional.
Rui Amaro