sábado, 9 de novembro de 2013

SALVADEGO PORTUGUÊS “MILHAFRE” QUE FEZ ESTAÇÃO NOS AÇORES DE 1930 A 1936

MILHAFRE / Autor desconhecido - imagem passada amavelmente por Nuno Bartolomeu, Almada /.

WILHELM WREDER / Autor desconhecido - Photoship Co., UK /.

ZEUS / Autor desconhecido - Photoship Co., UK /.

Salvadego Português MILHAFRE, imo______/ 36m/ 286tb/ 650Ihp/____nós; 08/01/1914 entregue por Janssen & Schmilisky AG, Hamburg, como WHILHELM WREDE a Schrader & Wrede, Hamburgo; 18/01/1914 requisitado pela “Kayserliche Marine” que o colocou como navio barreira portuário e em 05/05/1917 como navio de colocação de redes à entrada dos portos; 04/05/1919 WILHELM WREDE, Schrader & Wrede, Hamburgo; 1919 ZEUS, Bugsier Reederei und Bergungs Ges, Hamburgo; 03/1930 MILHAFRE, Parceria Geral de Pescarias (Bensaúde & Cia), Ponta Delgada. Esta aquisição foi realizada, devido à lacuna de um rebocador de alto mar que assistisse a navegação em dificuldades nos mares dos Açores: Infelizmente o custo operacional do projecto e a severa crise económica que o mundo atravessava naquela altura provaram ser adversários desastrosos demais pelo que em 1936 o MILHAFRE foi vendido; 1936 TENAX, Diodato Tripcovich & Ci., Trieste; 06/08/1943 bombardeado e afundado pela força aérea Aliada perto de Gioi Tauro, Sul de Itália.
Fontes: Kayserliche Marine Forun, Revista de Marinha,
Rui Amaro

ATENÇÃO: Se houver alguém que se ache com direitos sobre as imagens postadas neste blogue, deve-o comunicar de imediato. a fim da(s) mesma(s) ser(em) retirada(s), o que será uma pena, contudo rogo a sua compreensão e autorização para a continuação da(s) mesma(s) em NAVIOS Á VISTA, o que muito se agradece.
ATTENTION. If there is anyone who thinks they have “copyrights” of any images/photos posted on this blog, should contact me immediately, in order I remove them, but will be sadness. However I appeal for your comprehension and authorizing the continuation of the same on NAVIOS Á VISTA, which will be very much appreciated.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

REBOCADOR PORTUÁRIO “BALANÇUELA SEGUNDO”

O BALANÇUELA SEGUNDO no porto de Viana do Castelo / autor desconhecido /

O BALANÇUELA SEGUNDO pairando no rio Douro, junto ao cais de Gaia / autor desconhecido /

O BALANÇUELA SEGUNDO no porto de Aveiro em 05/08/2012 / Rui Amaro /.

Rebocador portuário Português BALANÇUELA SEGUNDO, V-75-RL/ CSQF/ 14m/ 13tb/ calado 1,3m/ 1 máquina MWH 6/ 150hp/ 10nós/ leme convencional/ tracção 2tons; 1908 construído algures na Alemanha para armador desconhecido, desconhecendo-se o nome primitivo; BALANÇUELA SEGUNDO operou por bastantes anos no porto de Lisboa; 1975 reconstruido num dos estaleiros do Talaminho, estuário do Tejo, para a TINITA – Transportes e Rebocadores Marítimos SA, Viana do Castelo; 05/11/2013 continua a operar no porto de Viana do Castelo e eventualmente em outros portos da costa Portuguesa, que o requisitem.
Fontes: TINITA, Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro

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REBOCADORES “FOZ DO LIMA” E “ÁTOMO” DUAS PRODUÇÕES DOS ACREDITADOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

O FOZ DO LIMA subindo o Tejo pela pela primeira vez vindo de Viana do Castelo em 1953 / imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /.

 O FOZ DO LIMA no porto de Lisboa na década de 60 / autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /.

 
 O FOZ DO LIMA no porto de Lisboa, Rocha. prestando assistência ao n/m HORTA,  década de 50 / autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /.

O FOZ DO LIMA no porto de Lisboa, Rocha, prestando assistência ao paquete ANGRA DO HEROÍSMO, década de 60 / autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /

O FOZ DO LIMA navegando no estuário do Tejo em 1980, já com um novo perfil / autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada / 

 O FOZ DO LIMA assistindo um navio na doca da Rocha, década de 80, já com novo perfil/ autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada / 

O FOZ DO LIMA prestando assistência à acostagem ao cais dos Silos da Trafaria, porto de Lisboa na década de 90 / autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /

FOZ DO LIMA – rebocador Português, imo 5116892/ 36,25m/ boca 7,32m/ pontal___/ Calados: avante 2,45m, à ré 3,80m/ 203,7tb/ 57,78tl/ lotamento: 4 no rio Tejo e 8 em mar/ 1xdiesel de 6 cilindros de 1953 Werkspoor/ 12,4nós; 1953 entregue pelos ENVC – Estaleiros Navais de Viana do Castelo, Viana do Castelo, à Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa CRL, Lisboa, que o empregou no tráfego fluvial do estuário do Tejo e na assistência aos navios, e ainda em serviços salvamento marítimo, além disso fazia várias estadias no porto de Leixões na assistência às manobras dos navios tanques; 30/11/1953 registado na capitania do porto de Lisboa sob o número 2792; 1970 sofreu remodelações a nível da habitabilidade e equipado com uma nova ponte de comando e um novo motor mais potente; 2004 a Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa, CRL, entrou em falência e o seu material flutuante, incluindo o rebocador FOZ DO LIMA, foram vendidos aos Estaleiros de Reciclagem de Sucatas, Alhos Vedros. Rio Tejo, para desmantelamento em sucata, o que se efectivou em 2008.

O ÁTOMO depois de ter sofrido um rombo á proa na década de70 é levado pelos rebocadores LIBERTADOR (a 
estibordo)  e pelo PORTEL (a bombordo)./ autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /

O ÁTOMO no porto de Lisboa em 2000 /autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada /

O ÁTOMO no estuário do Tejo em 2000  /autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada 

Os rebocadores ÁTOMO e FOZ DO LIMA no estaleiro de sucatas de Alhos Vedros em 2005 à espera de desmantelamento
 /autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada/

O cacilheiro RIO ALVA atracado ao pontão da Estação Fluvial de Cacilhas /autor desconhecido - imagem gentilmente passada por Nuno Bartolomeu, Almada/

ÁTOMO - rebocador Português, imo 6523963/ 34,00m ff/ 31,70 pp/ boca 8m/ pontal 3,85m/ calado ré 4,10m/ calado avante 2,20m/ 212tb/ 1XMAN óleo 4SA 1.840hp; 02/1966 entregue pelos ENVC – Estaleiros Navais de Viana do Castelo, Viana do Castelo, à Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa, CRL, Lisboa, que o empregou no tráfego fluvial do estuário do Tejo e na assistência aos navios, e ainda em serviços salvamento marítimo, pois ao seu tempo chegou a ser o mais moderno e potente rebocador a operar no porto de Lisboa, além disso fazia várias estadias no porto de Leixões na assistência às manobras dos navios tanques; Na década de 70 sofreu um rombo na proa, quando navegava no Estuário do Tejo, tendo sido assistido pelos rebocadores PORTEL, da Soponata e pelo LIBERTADOR, do seu armador, que o levaram de braço dado para a doca seca da Lisnave; 1971 abalroou e afundou o cacilheiro RIO ALVA no Tejo, tendo recolhido os passageiros e tripulantes, que foram levados para o Terreiro do Paço, havendo vários feridos; 1979 saiu a barra do Tejo sob temporal desfeito, a fim de socorrer e rebocar o navio-motor Português CEDROS para o porto de Lisboa, o qual se encontrava em dificuldades; 2004 foi abatido ao efectivo devido à falência do seu armador, e levado para os Estaleiros de Reciclagem de Sucatas SA, Alhos Vedros. Rio Tejo, para desmantelar em sucata, contudo em 2005 ainda continuava a aguardar o seu desmantelamento, o que se efectivou em 2008.
Fontes: Navios Mercantes Portugueses; Nuno Bartolomeu, Almada. 
Rui Amaro

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domingo, 3 de novembro de 2013

DRAGA ESCAVADORA “ENGENHEIRO SANTOS SILVA” DO PORTO DE LISBOA


A ENGENHEIRO SANTOS SILVA em acabamentos na carreira dos ENM, 1964

 Lançamento às águas do Mondego da ENGENHEIRO SANTOS SILVA, 1964

A ENGENHEIRO SANTOS SILVA nos preparativos para o seu lançamento às águas do Mondego, 1964

 A ENGENHEIRO SANTOS SILVA nos preparativos para o seu lançamento às águas do Mondego, 1964

A ENGENHEIRO SANTOS SILVA em operações de dragagens no estuário do Tejo, 1973

Draga escavadora Portuguesa ENGENHEIRO SANTOS SILVA, imo_____/ 36,14 m/____tb/____nós/ calado 2,70m; 1964 entregue pelos ENM - Estaleiros Navais do Mondego, Figueira da Foz, construção nº 85, à AGPL – Administração Geral do Porto de Lisboa, Lisboa, que a colocou, particularmente nas dragagens de lamas do estuário do Tejo; 1988 encostou para venda; 2009 vendida aos estaleiros VENAMAR – Construção Reparações Navais, Lda., Amora, Seixal; 2012 iniciou-se o seu desmantelamento para sucata.
Fontes: ENM – Estaleiros Navais do Mondego; Nuno Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor desconhecido, gentilmente enviadas por Nuno Bartolomeu, Almada
Rui Amaro

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

BRITISH REEFER M/V "DEFOE" (2)

Designed by Rui Amaro in 1960

British refrigerated cargo liner DEFOE (2), imo 5087596/ 139m/ 8.462gt/ 1x 6 cyl.2 SCDA Burmeister & Wain oil engine/ 12,5kn; 31/05/1941 completed by Harland & Wolf, Belfast, for Lamport & Holt Line Ltd, Liverpool, for its River Plate service; 1954 GEELONG STAR, Blue Star Line, Ltd, London, who employed her in the North Pacific Coast of North America route; 1958 DEFOE,  Lamport & Holt Line Ltd, Liverpool, returning to River Plate service; 1966 ARGOLIS STAR, Astrofeliz Cia. Naviera SA, Piraeus; 10/11/1966 arrived Shanghai for breaking up. Sisterships: DEBRETT, DELANE, DELIUS, DEVIS(1), DEVIS(2), DEFOE(1).

O DEFOE (2) at Leixões in 1946 loading for Brazil and River Plate / O Comércio do Porto /.

DEFOE (2) replaced another DEFOE (1) which in transit Manchester/Famagusta sank when cargo exploded off Rockall, an small rock situated NW of North Ireland. These type of vessels were revolutionary in design for the time, with supersctruture  and housed a small port of the accomadation. I was onboard DEFOE (2) with my father, an Oporto/Leixões pilot, in 1946.
Later an signal mast was added to midlle ship.  
Sources: Lamport & Holt Line Ships; Miramar Ship índex.
Rui Amaro