domingo, 10 de novembro de 2013

REBOCADOR “LIBERTADOR”

O LIBERTADOR navegando no estuário do Tejo em 2001

O LIBERTADOR preparando-se para prestar assistência a um navio no porto de Lisboa na década de 50

O LIBERTADOR navegando no estuário do Tejo na década de 60

Rebocador Português LIBERTADOR, ID 31689/ __m/ 104tb/ 600hp/ 12nós/ 5 tripulantes;09/1946 entregue pelo estaleiro Holandês G & H Bodewes, Hassel, a Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa, CRL., Lisboa, que o empregou no serviço fluvial, nomeadamente na assistência às manobras dos navios; 2004 o armador abriu falência e a sua frota foi abatida e posta à venda, incluindo o LIBERTADOR; 2008 foi desmantelado nos estaleiros de sucata de Alhos Vedros, Moita do Ribatejo.
Fontes: Miramar Ship Index; Nuno Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor desconhecido passadas gentilmente por Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro  

ATENÇÃO: Se houver alguém que se ache com direitos sobre as imagens postadas
neste blogue, deve-o comunicar de imediato. a fim da(s) mesma(s) ser(em) retirada(s), o que será uma pena, contudo rogo a sua compreensão e autorização para a continuação da(s) mesma(s) em NAVIOS Á VISTA, o que muito se agradece.

ATTENTION. If there is anyone who thinks they have “copyrights” of any images/photos posted on this blog, should contact me immediately, in order I remove them, but will be sadness. However I appeal for your comprehension and authorizing the continuation of the same on NAVIOS Á VISTA, which will be very much appreciated.

DRAGA “ENGº MATOS” DA AGPL

A ENGº MATOS a navegar no estuário do Tejo em 1985

A ENGº MATOS na doca da Rocha em 1953

A ENGº MATOS em trabalhos de dragagem no estuário do Tejo em 1985

A ENGº MATOS na doca da Rocha em 1988

Draga de gadanha Portuguesa ENGº MATOS construída em 1930 por um estaleiro Holandês, por encomenda da AGPL – Administração Geral do Porto de Lisboa, para dragagens no estuário do Tejo; 19__, a máquina a vapor foi substituída por um motor a diesel; 1998 amarrou e no mesmo ano foi vendida ao estaleiro de sucatas de Alhos Vedros para desmantelamento em sucata.
11/01/1961 – a tripulação da draga ENGº MATOS, quando retiravam lodo do rio, junto a um dos pontões da Ribeira Nova encontraram um objecto raro e bastante valioso, um canhão de bronze antiquíssimo de carregar pela boca, que deve ter pertencido a uma nau do século XVI. A velha peça de dois metros, foi objecto de natural curiosidade popular.
Nas minhas fontes não encontrei mais pormenores da draga Engº MATOS.
Fonte: Nuno Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor desconhecido passadas gentilmente por Nuno Bartolomeu, Almada,
Rui Amaro

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sábado, 9 de novembro de 2013

REBOCADOR "MILHAFRE" / “MILHAFRE PRIMEIRO”E

Rebocador MILHAFRE ou MILHAFRE PRIMEIRO, aquele que se apresenta em primeiro plano no meio de material flutuante da AGPL, e em cujo chaminé se distingue as cores da Agência de Navegação James Rawes & Co, Ltd., Lisboa, segundo F. Cabral, do Porto, ou seja chaminé preta com faixa em xadrez. Como pano de fundo surge um paquete da série RMS ALMANZORA, da Mala Real Inglesa. Foto aparentemente dos anos 20, da colecção de Davidships, membro da página SHIPS NOSTALGIA.

 O rebocador MILHAFRE PRIMEIRO a navegar no Tejo diante do cais do Olho de Boi, Almada, 

 O rebocador MILHAFRE PRIMEIRO na doca do Jardim do Tabaco, 2004

O rebocador LUSI-I ex MILHAFRE PRIMEIRO varado em Alhos Vedros, 2005.

O rebocador LUSI-I ex MILHAFRE PRIMEIRO semi-afundado em Alhos Vedros,2013.

Rebocador Português MILHAFRE PRIMEIRO, imo_______/ 25m/ 79tb/ 13nós/ tripulação: 4 no Tejo e 8 na costa; 1923 entregue pelo estaleiro Charles Wood Scott & Co., Bowling, Reino Unido, a John Stewart & Co, Glasgow, por encomenda dos agentes de navegação James Rawes & Co., Ltd., Lisboa; 1914 MILHAFRE, António M. Silva, Lisboa; 1924 MILHAFRE, Empresa de Rebocadores do Tejo, Lda., Lisboa; 1930 ?? MILHAFRE PRIMEIRO, Companhia Portuguesa de Pesca Sarl., Lisboa, que bastantes anos passados o converteram num moderno rebocador, substituindo-lhe a velha máquina a vapor de 250Ihp por um motor a diesel de 600hp, e novo casario e habitabilidade; 1971 MILHAFRE PRIMEIRO, Navegação Fluvial e Costeira de Júlio da Cruz e Rui da Cruz, Lda., Lisboa; 2004 MILHAFRE PRIMEIRO, devido à falência do seu armador amarrou, e posteriormente recebeu o nome LUSI-I pelo seu comprador Big International Maritime, Lisboa, e foi vendido a Baptistas Reciclagem de Sucatas SA., Estaleiro de Alhos Vedros, Moita do Ribatejo, para desmantelamento em sucata, contudo em 2013 ainda se encontrava afundado junto ao referido estaleiro à espera do maçarico.
Fontes: Charles Wood Scott & Co., Bowling, Reino Unido; Reinaldo Delgado; Davidshisps; Nuno Bartolomeu, Almada; Página Porto de Lisboa.
1º Imagem de autor desconhecido, passada gentilmente por Davidships, Uk.
Imagens de autor desconhecido – passadas gentilmente por Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro

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SALVADEGO PORTUGUÊS “MILHAFRE” QUE FEZ ESTAÇÃO NOS AÇORES DE 1930 A 1936

MILHAFRE / Autor desconhecido - imagem passada amavelmente por Nuno Bartolomeu, Almada /.

WILHELM WREDER / Autor desconhecido - Photoship Co., UK /.

ZEUS / Autor desconhecido - Photoship Co., UK /.

Salvadego Português MILHAFRE, imo______/ 36m/ 286tb/ 650Ihp/____nós; 08/01/1914 entregue por Janssen & Schmilisky AG, Hamburg, como WHILHELM WREDE a Schrader & Wrede, Hamburgo; 18/01/1914 requisitado pela “Kayserliche Marine” que o colocou como navio barreira portuário e em 05/05/1917 como navio de colocação de redes à entrada dos portos; 04/05/1919 WILHELM WREDE, Schrader & Wrede, Hamburgo; 1919 ZEUS, Bugsier Reederei und Bergungs Ges, Hamburgo; 03/1930 MILHAFRE, Parceria Geral de Pescarias (Bensaúde & Cia), Ponta Delgada. Esta aquisição foi realizada, devido à lacuna de um rebocador de alto mar que assistisse a navegação em dificuldades nos mares dos Açores: Infelizmente o custo operacional do projecto e a severa crise económica que o mundo atravessava naquela altura provaram ser adversários desastrosos demais pelo que em 1936 o MILHAFRE foi vendido; 1936 TENAX, Diodato Tripcovich & Ci., Trieste; 06/08/1943 bombardeado e afundado pela força aérea Aliada perto de Gioi Tauro, Sul de Itália.
Fontes: Kayserliche Marine Forun, Revista de Marinha,
Rui Amaro

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

REBOCADOR PORTUÁRIO “BALANÇUELA SEGUNDO”

O BALANÇUELA SEGUNDO no porto de Viana do Castelo / autor desconhecido /

O BALANÇUELA SEGUNDO pairando no rio Douro, junto ao cais de Gaia / autor desconhecido /

O BALANÇUELA SEGUNDO no porto de Aveiro em 05/08/2012 / Rui Amaro /.

Rebocador portuário Português BALANÇUELA SEGUNDO, V-75-RL/ CSQF/ 14m/ 13tb/ calado 1,3m/ 1 máquina MWH 6/ 150hp/ 10nós/ leme convencional/ tracção 2tons; 1908 construído algures na Alemanha para armador desconhecido, desconhecendo-se o nome primitivo; BALANÇUELA SEGUNDO operou por bastantes anos no porto de Lisboa; 1975 reconstruido num dos estaleiros do Talaminho, estuário do Tejo, para a TINITA – Transportes e Rebocadores Marítimos SA, Viana do Castelo; 05/11/2013 continua a operar no porto de Viana do Castelo e eventualmente em outros portos da costa Portuguesa, que o requisitem.
Fontes: TINITA, Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro

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