terça-feira, 12 de novembro de 2013

REBOCADOR “LUMBO”

O LUMBO acostado à muralha da doca do Jardim do Tabaco a aguardar aida para Alhos Vedros em 2004.

 O LUMBO a navegar no Tejo em 2002.

O LUMBO à bombordo prolongada com o GIZELA a meio e a lancha MARIA LUDOVINA a estibordo ecalhadas na baixa-mar junto da doca do Cais do Sodré.

O LUMBO, no meio, junto dos estaleiros de Alhos Vedros a aguardar o camartelo, em conjunto do AVEIRO, PIONEIRO, ETRAL, e o transbordador TRÁS-OS-MONTES em 2004,

Rebocador LUMBO, T-954-TL (Trafaria) /___m/ 16tb/___nós; 1929 construída em Hamburgo; 1943 LUMBO, Companhia Nacional de Navegação. Sarl; 1959 Navegação Fluvial e Costeira de Júlio da Cruz e Rui da Cruz, Lda., Lisboa; 2004 amarrou e abatida devido à falência do seu armador; 2008 foi desmantelada por Baptistas Reciclagem de Sucatas SA., Estaleiro de Alhos Vedros, Moita do Ribatejo.
Fonte: Nuno Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor não identificado. Passadas amavelmente por Nuno Bartolomeu, Almada.

ATENÇÃO: Se houver alguém que se ache com direitos sobre as imagens postadas
neste blogue, deve-o comunicar de imediato. a fim da(s) mesma(s) ser(em) retirada(s), o que será uma pena, contudo rogo a sua compreensão e autorização para a continuação da(s) mesma(s) em NAVIOS Á VISTA, o que muito se agradece.

ATTENTION. If there is anyone who thinks they have “copyrights” of any images/photos posted on this blog, should contact me immediately, in order I remove them, but will be sadness. However I appeal for your comprehension and authorizing the continuation of the same on NAVIOS Á VISTA, which will be very much appreciated.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

REBOCADOR “CABO DE SINES”

O CABO DE SINES atracado à muralha dos Estaleiros da CUF, Rocha, década d 50.

Os rebocadores CABO DE SINES e FIGUEIRA DA FOZ no estuário do Tejo, tendo por fundo a fragata D. FERNANDO E GLÓRIA, década de 50.

O CABO DE SINES assistindo às manobras de um navio frigorífico. 

O CABO DE SINES com as cores da Tinita na doca da Rocha, 1975

Os rebocadores CABO DE SINES e MONTE CRASTO atracados ao cais de Santos, 2002.

Rebocador CABO DE SINES, imo_______/ 27,30m/ 83,01tb/ 23.95tl/ máquina diesel Maschinenfabrik Augsburg 350ihp/ 13nós: 1938 entregue pela Companhia União Fabril, estaleiro da Rocha, à AGPL – Administração Geral do Porto de Lisboa, Lisboa, tendo sido o seu primeiro rebocador a diesel; 198_ CABO DE SINES, Tinita – Transportes e Reboques Maritimos SA, Lisboa; 1990 CABO DE SINES, Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa CRL, Lisboa; 2004 por falência do armador amarrou e pouco de pois foi abatido e vendido ao estaleiro de sucata de Alhos Vedros, ; Moita do Ribatejo; 2008 foi desmantelado.
Fonte: Nuni Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor desconhecido passadas por Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro

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domingo, 10 de novembro de 2013

REBOCADOR “LIBERTADOR”

O LIBERTADOR navegando no estuário do Tejo em 2001

O LIBERTADOR preparando-se para prestar assistência a um navio no porto de Lisboa na década de 50

O LIBERTADOR navegando no estuário do Tejo na década de 60

Rebocador Português LIBERTADOR, ID 31689/ __m/ 104tb/ 600hp/ 12nós/ 5 tripulantes;09/1946 entregue pelo estaleiro Holandês G & H Bodewes, Hassel, a Sociedade Cooperativa dos Catraeiros do Porto de Lisboa, CRL., Lisboa, que o empregou no serviço fluvial, nomeadamente na assistência às manobras dos navios; 2004 o armador abriu falência e a sua frota foi abatida e posta à venda, incluindo o LIBERTADOR; 2008 foi desmantelado nos estaleiros de sucata de Alhos Vedros, Moita do Ribatejo.
Fontes: Miramar Ship Index; Nuno Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor desconhecido passadas gentilmente por Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro  

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DRAGA “ENGº MATOS” DA AGPL

A ENGº MATOS a navegar no estuário do Tejo em 1985

A ENGº MATOS na doca da Rocha em 1953

A ENGº MATOS em trabalhos de dragagem no estuário do Tejo em 1985

A ENGº MATOS na doca da Rocha em 1988

Draga de gadanha Portuguesa ENGº MATOS construída em 1930 por um estaleiro Holandês, por encomenda da AGPL – Administração Geral do Porto de Lisboa, para dragagens no estuário do Tejo; 19__, a máquina a vapor foi substituída por um motor a diesel; 1998 amarrou e no mesmo ano foi vendida ao estaleiro de sucatas de Alhos Vedros para desmantelamento em sucata.
11/01/1961 – a tripulação da draga ENGº MATOS, quando retiravam lodo do rio, junto a um dos pontões da Ribeira Nova encontraram um objecto raro e bastante valioso, um canhão de bronze antiquíssimo de carregar pela boca, que deve ter pertencido a uma nau do século XVI. A velha peça de dois metros, foi objecto de natural curiosidade popular.
Nas minhas fontes não encontrei mais pormenores da draga Engº MATOS.
Fonte: Nuno Bartolomeu, Almada.
Imagens de autor desconhecido passadas gentilmente por Nuno Bartolomeu, Almada,
Rui Amaro

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sábado, 9 de novembro de 2013

REBOCADOR "MILHAFRE" / “MILHAFRE PRIMEIRO”E

Rebocador MILHAFRE ou MILHAFRE PRIMEIRO, aquele que se apresenta em primeiro plano no meio de material flutuante da AGPL, e em cujo chaminé se distingue as cores da Agência de Navegação James Rawes & Co, Ltd., Lisboa, segundo F. Cabral, do Porto, ou seja chaminé preta com faixa em xadrez. Como pano de fundo surge um paquete da série RMS ALMANZORA, da Mala Real Inglesa. Foto aparentemente dos anos 20, da colecção de Davidships, membro da página SHIPS NOSTALGIA.

 O rebocador MILHAFRE PRIMEIRO a navegar no Tejo diante do cais do Olho de Boi, Almada, 

 O rebocador MILHAFRE PRIMEIRO na doca do Jardim do Tabaco, 2004

O rebocador LUSI-I ex MILHAFRE PRIMEIRO varado em Alhos Vedros, 2005.

O rebocador LUSI-I ex MILHAFRE PRIMEIRO semi-afundado em Alhos Vedros,2013.

Rebocador Português MILHAFRE PRIMEIRO, imo_______/ 25m/ 79tb/ 13nós/ tripulação: 4 no Tejo e 8 na costa; 1923 entregue pelo estaleiro Charles Wood Scott & Co., Bowling, Reino Unido, a John Stewart & Co, Glasgow, por encomenda dos agentes de navegação James Rawes & Co., Ltd., Lisboa; 1914 MILHAFRE, António M. Silva, Lisboa; 1924 MILHAFRE, Empresa de Rebocadores do Tejo, Lda., Lisboa; 1930 ?? MILHAFRE PRIMEIRO, Companhia Portuguesa de Pesca Sarl., Lisboa, que bastantes anos passados o converteram num moderno rebocador, substituindo-lhe a velha máquina a vapor de 250Ihp por um motor a diesel de 600hp, e novo casario e habitabilidade; 1971 MILHAFRE PRIMEIRO, Navegação Fluvial e Costeira de Júlio da Cruz e Rui da Cruz, Lda., Lisboa; 2004 MILHAFRE PRIMEIRO, devido à falência do seu armador amarrou, e posteriormente recebeu o nome LUSI-I pelo seu comprador Big International Maritime, Lisboa, e foi vendido a Baptistas Reciclagem de Sucatas SA., Estaleiro de Alhos Vedros, Moita do Ribatejo, para desmantelamento em sucata, contudo em 2013 ainda se encontrava afundado junto ao referido estaleiro à espera do maçarico.
Fontes: Charles Wood Scott & Co., Bowling, Reino Unido; Reinaldo Delgado; Davidshisps; Nuno Bartolomeu, Almada; Página Porto de Lisboa.
1º Imagem de autor desconhecido, passada gentilmente por Davidships, Uk.
Imagens de autor desconhecido – passadas gentilmente por Nuno Bartolomeu, Almada.
Rui Amaro

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